10/02/2011

Who Owns My Heart - 2º Capítulo

Olá meus queridos!
Desculpem a demora por postar, mas esta semana foi horrivel com o teste de matemática e tive que estudar muito e mesmo assim correu-me super mal =(
Bem, não quero mais pensar em desgraças!
Espero que gostem do capítulo, eu tentei fazer uma lemom melhor que a última de "Lugar Para Amar" e espero que tenha melhorado por isso fico á espera da mossa opinião xD

Vamos ao capítulo:


2º Capítulo – Festa

Caminhava pelo longo aeroporto em direcção á minha família e quando eles me viram sorriram todos para mim e a primeira pessoa a vir na minha direcção foi a minha prima.
- Renesmee! Há tenho tanta pena, quando me contaram nem queria acreditar. Mais uns pais que estragaram a vida da filha. – disse-me a minha prima Erin ao abraçar-me e percebi logo que pela voz dela, Forks deve ser um tédio.
- Isto é tão mau assim? – perguntei-lhe.
- Pior! – ela disse-me e suspirou.
- Renesmee, não ligues á maluca da tua prima…ai que saudades querida! – disse-me a minha tia Alice e abraçou-me.
- Olá tia, eu também tive saudades, mas preferia ver-te numa ocasião diferente. – disse-lhe e abaixei a cabeça.
- Prometo que serás feliz. – ela disse-me levantando o meu queixo e eu apenas acenei afirmativamente, eu não poderia fazer mais nada, agora o mal já estava feito e apenas poderia levar com as consequências, tenho a certeza que este ano será o pio da minha vida.
Após cumprimentar toda a minha família, fomos em direcção á casa dos meus avós, onde eu iria ficar, durante toda a viagem a Erin até tentou que eu ficasse na casa dela, mas não conseguiu, os meus tios sabiam bem o porquê de eu estar ali e a Erin era igual ou pior que eu, por isso nós duas juntas nunca iria dar certo.
Quando chegámos á casa dos meus avós, os meus tios ajudaram-me a levar as minhas malas para o meu quarto, que continuava igualzinho ao da ultima vez que tinha cá estado, exactamente á dois meses, no aniversário da minha avó.
O meu quarto era todo em tons de dourado e bege, muito mais simples que o meu de Nova Iorque, mas igualmente lindo, pois foi a minha tia Alice, que é decoradora de interiores, que o decorou á três anos atrás, quando eu já achava que rosa era uma cor para crianças.
Estava a arrumar as minhas malas no enorme closeth que tinha no meu quarto, quando a louca da minha prima entra a correr no meu quarto.
- Renesmee, hoje vai haver uma festa numa casa de um amigo meu e também vais. – ela disse-me.
Eu não era muito de festas em casas de conhecidos, preferias discotecas maravilhosas, que têm os DJs mais conhecidos e a última vez que fui a uma festa dessas não correu nada bem, fazendo com que eu estivesse neste lugar miserável neste momento.
- Uhh não sei Erin, eu não sou muito fãs desse tipo de festas. – disse-lhe.
- Renesmee, nesta santa terrinha horrível a única coisa que vais encontrar são rapazes de tirar o folgo, de resto mais nada, nem uma pequena discoteca se encontra aqui, por isso bora lá aproveitar, eu também não gostava, mas agora como não há mais nenhum sítio para ir, é isto ou nada. – ela explicou-me e pensado bem assim, acho que não fazia mal, afinal festa é festa.
- Ok, ok, mas os avós não me vão deixar sair. – disse-lhe tristemente.
- Renesmee, achas que os meus pais também me deixam? – ela perguntou-me e eu arquei a sobrancelha. – É a tia Alice que nos vai ajudar, nós já temos tudo combinado, basta dizer que vamos fazer uma festa de pijama com a Aline, depois vamos para a festa e no fim dormimos na tia Alice. – a Erin explicou-me e eu fiquei super surpreendida.
- A tia Alice? E ela não conta nada á tua mãe? – perguntei-lhe.
- Claro que não, ela até agradece, assim é uma forma de a Aline sair, tu sabes bem que a tia Alice sempre quis ter uma filha como nós, então ela ajuda-nos e nós fazemos com que a Aline seja mais social. – disse-me.
- Uhh ok, então vamos. – disse-lhe e nesse preciso momento entrou a Alice dentro do meu quarto com um grande saco.
- Renesmee, prenda de boas vindas… - e chegou-se mais ao pé de mim e sussurrou. – E é para usares hoje á noite. – explicou-me e eu abri logo a prenda.
Quando a abri fiquei sem palavras, era um vestido preto, tipo corpete na parte de cima, com um pouco de brilhantes á frente e a saia era de folhos, mas muito simples e simplesmente lindo.
- Ai tia adorei. Obrigada. – disse-lhe e abracei-a.
- Eu sabia. – ela disse e rimo-nos as três.
Depois de arrumar tudo, a minha tia falou com os meus avôs.
- Mas mãe, eu vou estar sempre com elas, não se preocupem. – dizia a minha tia aos meus avôs.
- Alice, eu sei que tomas bem conta delas, mas acho que a Renesmee não devia se dar ao luxo de começar já a divertir-se, mesmo que seja só um convívio com as primas. – disse o meu avô e eu vi que os meus pais tinham falado com eles e estava a ver que não iria ter liberdade nenhuma.
- Mãe, pai, a Renesmee não está com as primas á montes de tempo, acho que um filme e meter a conversa em dia não é nada comparado com as festas que ela está acostumada, vá lá, acredito que nem se vão divertir, afinal olha para a carinha dela, parece que vai presa. – a minha tia disse e eu fiz o meu melhor e abaixei a cabeça.
- Avôs, eu sei o porquê de estar aqui, mas é só esta noite, tipo acabei de chegar, gostava de passar um tempo com as minhas primas para conhecer melhor Forks. Afinal é aqui que vou passar nove meses, acho que preciso de conhecer a zona. – disse-lhes e vi que a pouco e pouco eles começaram-se a convencer.
- Pronto Alice, ganhaste, mas quero-a aqui amanhã para almoçar, ou melhor quero-vos a todos. – o meu avô disse e eu dei um sorriso fraco, afinal não podia demonstrar demasiada alegria pois supostamente íamos ver um simples filme.
- Obrigada pai, prometo que amanhã estamos cá todos para almoçar. – disse a minha tia Alice e olhou para mim e deu um sorriso triunfante.
- Obrigada avô, acho que me vai fazer bem. Pode ser que encontre algo de bom neste lugar no fim do mundo. – disse-lhe e ele abraçou-me.
- Forks é linda querida, irás ter tempo de a apreciar, quando vires já não irás querer sair daqui. – disse a minha avó que se juntou ao abraço.
- hiii avó não acha que é demasiado? – perguntei-lhe e todos os que estavam presentes riram.
Após o momento ternura com os avós subi para o meu quarto e meti numa pequena mochila, produtos de higiene, um pijama quente, já que aqui em Forks só faz frio, umas sandálias pretas que tinha visto que ficavam bem com os vestido, umas pulseiras e por fim o saco com o vestido que a minha tia Alice me ofereceu.
Quando chegámos á casa da minha tia, ela puxou-nos logo em direcção ao quarto da Aline.
- Aline, o que vais levar? – perguntou a minha tia á filha e ela fez uma cara de assustada.
- Eu não vou a lado nenhum mãe. – ela respondeu-lhe.
- Aline Cullen Hale, tu vais com as tuas primas e mais nada. – disse a Alice e a minha prima encolheu-se toda quando ela lhe chamou pelo nome inteiro.
Eu sabia bem que ela detestava tudo o que era relacionado com festas, mas a mãe obrigava-a sempre a ir.
- Prima, vai ser divertido vais ver. – eu disse-lhe e ela negou com a cabeça.
A minha tia foi remexer no gigantesco closeth da filha e só resmungava.
“Porque é que não comprei aquele top?” ou do tipo “Fogo aquelas sandálias ficavam perfeitas neste vestido.” Entre outras.
Passado cerca uma hora a Erin chegou e fomos jantar.
Quando terminámos a minha tia puxou-nos ás três para dentro do quarto da filha e depois foi um salão de beleza autêntico.
Tomamos banho uma de cada vez e depois ela maquilhou-nos e arranjou-nos o cabelo uma a uma e por fim vestimos os respectivos conjuntos.
Eu vesti o meu vestido novo, calcei umas sandálias pretas de salto fino e conclui com um anel preto e umas simples pulseiras pratas e pretas.
A Erin tinha umas leggins bem ao estilo dela, com uma túnica preta com um estampado branco e calçou uns botins pretos.
Já a Aline, é que tinha sido bem mais complicada, pois a Alice queria que ela levasse um vestido minúsculo e ela teimou tanto que lá conseguiu convencer a mãe a levar umas calças pretas brilhantes (última obrigação da mãe), vestiu um cai-cai roxo, calçou uns botins pretos de salto e pegou numa malinha D&G.
Eu estava perfeita, o meu vestido acentuava bastante as minhas curvas e esta noite prometia, pois lembro-mo perfeitamente que a minha prima disse que a única coisa que iria encontrar aqui era rapazes todos bons, eu não estava tão certa disso, mas se a minha prima disse é porque é verdade, já que ela tem muito bom gosto e olhando para o namorado que ela arranjou aqui que não é dada de deitar fora, acredito que haja mais.
Depois de conferirmos se estávamos perfeitas, que estávamos claro (nada modesta da minha parte), fomos em direcção ao carro da Aline, ela é que iria conduzir, já que tínhamos a certeza que á volta para cá apenas ela é que iria estar em condições de conduzir já que ela não bebe.
A Erin começou a dizer-lhe as coordenadas da casa do amigo dela e reparei que começámos a chegar a uma zona mais simples e era só floresta a toda a volta.
- Onde estamos? – perguntei-lhes.
- La Push. – responderam-me as duas ao mesmo tempo.
Eu já tinha vindo aqui, lembro-me vagamente da praia daqui, que nada tem haver com uma praia, pois nunca está sol, a água é super gelada, tem montes de pedras, ou seja: horrível.
Passado uns minutos, que mais pareceram anos, pois só se viam árvores e mais árvores, finalmente chegámos á zona de casas e fomos em direcção a uma grande casa branca, de dois andares e pelo barulho ela já estava a abarrotar.
Quando conseguimos um lugar para estacionar saímos do carro e fomos em direcção á casa e antes de lá chegarmos um rapaz alto e loiro correu em direcção á Erin.
- Amor, estava a ver que já não vinhas. – ele disse e beijou-a.
Eu não estava com paciência para fazer de vela, então puxei a Aline em direcção á casa.
Quando entrámos reparei que a música até era boa, o que fazia com que a sala estivesse atulhada de rapazes e raparigas que dançavam, beijavam-se ou outro que faziam quase sexo explicito no meio da sala.
Fui andando pela sala juntamente com a Aline e vi ao fim da mesma uma espécie de bar improvisado.
- Oi gatas o que querem? – perguntou-nos um rapaz magricelo que estava a servir as bebidas.
- Uma Vodka preta com sumo de laranja. O que queres Aline? – perguntei á minha prima.
- Nada. – respondeu-lhe.
E o rapaz serviu-me.
- És nova aqui não és? – perguntou-me o rapaz.
- Talvez. – disse-lhe e virei-lhe costas deixando-o a falar sozinho, definitivamente aquele não era o meu tipo de rapaz e quando é assim eu não perco o meu precioso tempo com eles.
Continuei a andar pela sala, pois sabia que não poderia deixar a minha prima ali sozinha, mas assim que acabei de pensar isso ouso a Erin a chamar-nos.
- Renesmee, Aline. – chamou-nos. – Renesmee, quero-te apresentar o Tom. Tom esta é a minha prima Renesmee. Renesmee este é o Tom, o meu namorado. – eu ainda só o tinha visto pelas fotografias e era realmente como a minha prima me dizia.
- Prazer. – disse-me.
E no momento em que lhe ia cumprimentar, a minha prima faz uma cara nada agradável.
- OHH Não! – ela disse e apontou para a porta.
- O que foi Erin? – perguntei-lhe e olhei para o mesmo sitio para onde ela olhava.
- São os riquinhos de Forks. Só por terem dinheiro gostam de gozar com os outros, comigo não fazem nada pois também temos dinheiro, mas sabes bem que detesto pessoas que inferiorizam os outros só por não terem roupa de marca. Eles não foram convidados para esta festa. – ela explicou-me e eu continuava a olhar para o grupo de rapazes que entravam pela porta principal.
Eram quatro ao total, todos musculados, demasiado fortes, com aparência exótica, mas ouve um em especial que me atraiu, aquilo só poderia ser crime, em toda a minha vida nunca tinha visto um homem assim, ele era simplesmente lindo, era diferente dos outros, não sei explicar, algo nele me dizia que era diferente, quando dei por mim estava a olhar directamente para ele, não conseguia parar de o olhar e quando o olhar dele prendeu-se ao meu senti-me corar como nunca me aconteceu na vida, consegui ver as grandes pérolas negras que ele possuía e chamava de olhos.
Só me dei conta da figura parva que estava a fazer quando a Erin chamou-me, ou melhor gritou.
- RENESMEE, Renesmee o que é que se passa contigo? Ouviste alguma coisa do que te disse? – ela perguntou-me.
- Sim, claro que sim. – respondi-lhe rapidamente, rezando que ela não me perguntasse o que é que ela estava a falar.
- Eu acredito mesmo… - ela disse mas eu interrompia.
- Prima vou dançar, adeus. – disse-lhe e corri em direcção ao meio da sala onde improvisaram uma pista de dança.
Comecei a dançar ao som da música que tocava, fechei os olhos e apenas deixava-me levar pelo som!
Estava tão empenhada na dança e na bebida que tinha na mão que assustei-me quando senti alguém a tocar na minha cintura.
Automaticamente virei-me para ver quem era o otário que acabou com o meu momento.
Mas quando o vi a minha expressão mudou rapidamente de irritada para surpresa, era o mesmo rapaz que tinha visto á entrada.
- Boa noite linda. – ele cumprimentou-me. – Estás sozinha? – perguntou-me.
- Uh Uh. – respondi-lhe como uma autêntica parva.
- Óptimo. – ele sorriu para mim e começámos a dançar ao som da música que tocava.
Fomos ao bar pedir mais umas bebidos e ele chegou a oferecer-me uns shots, não sei quantas bebidas pedi, só sei que tudo o que ele falava eu achava graça e concordava com ele.
Voltamos para a pista de dança, ou melhor meio da sala, e recomeçámos a dançar, mas desta vez muito mais soltos e divertidos.
Rapidamente ele começou a tocar-me enquanto dançávamos, ele tocava na minha face e descia as mãos pelo meu braço até chegar á minha mão.
Ele puxou-a para cima e beijou-a levemente, tal como os homens faziam antigamente.
O olhar estava preso ao meu e eu sabia que hoje estava perdida, eu nunca conseguiria fugir daquele olhos.
Continuamos a dançar durante muito tempo, as suas mãos desceram para a minha cintura e os seus lábios rosavam no meu pescoço, todo aquele joguinho de sedução estava a irritar-me, eu queria aqueles lábios nos meus urgentemente.
Quando tentei os alcançar ele desviou e apenas passou-os levemente nos meus, a sua língua traçou um caminho desde o meio do meu pescoço até á minha orelha, deixando um rasto quente de desejo por onde passava.
Quando finalmente chegou aos meus lábios ele beijou-me calmamente e apreciei aqueles lábios carnudos, quando a língua dele pediu passagem para mim, não hesitei e deixei-o devorar a minha boca.
As nossas línguas dançavam ao som da música e nunca parámos de dançar até que senti uma parede fria nas minhas costas e quando dei conta estava presa numa parede a beijar um desconhecido.
As minhas mãos foram directamente para o seu cabelo juntando mais as nossas bocas, enquanto as mãos dele passavam por cada curva do meu corpo, parecia que ele queria conhecer cada canto do meu corpo.
Eu sabia que estávamos a passar dos limites, mas tinha a certeza que esta noite eu não iria dizer “não” a nada que ele me pedisse, se morresse hoje que pelo menos fosse nos braços deste Deus Grego que nem sequer o nome conhecia.
Eu não sabia o que estava a fazer, mas quando me dei conta já não estava na parede fria, mas sentia um lugar quente e fofinho nas minhas costas, eu estava deitada numa cama.
Ele deixou os meus lábios e desceu em direcção ao meu pescoço continuando a beijar com os seus lábios canudos e grossos.
Quando me dei conta ele já estava a escorrer o meu vestido pelo meu corpo a baixo, eu não conseguia parar, parecia que ele me tinha hipnotizado, mas não era uma coisa má, simplesmente queria tanto quanto ele.
Ele deslizou para a minha barriga e deu chupões que tinha a certeza que no dia seguinte iria deixar marcas, eu nunca tinha sentido nada parecido, era simplesmente surreal, eu sempre fui muito atiradiça para os rapazes e confesso que já namorei muito, ou simplesmente diverti-me, mas nunca passou dos beijos e dos amanços, nunca deixava ir mais longe, ou melhor sempre estava alguém para me ajudar a não seguir em frente, pois quando estava bêbada nunca consegui pensar muito bem nas coisas, mas hoje era diferente, eu nem me sentia muito alcoolizada, eu sabia bem o que estava a fazer e simplesmente queria tanto quanto o rapaz que estava comigo.
Mesmo não sabendo nem o nome dele, eu não me importava, simplesmente queria aquilo e iria ter, hoje não iria parar.
Nunca pensei que a minha primeira vez fosse assim, num lugar que nem conhecia, com uma pessoa que não conhecia, num ambiente que nem me era familiar, mas neste momento eu não pensava em mais nada se não dos seus beijos em todo o meu corpo, ele era quente e estava-me a por em brasa.
Cada gemido que eu dava fazia com que o atiçasse mais e quando ele tirou o meu soutien e começou a massajar com a língua super perfeita e quente o bico do meu seio direito, enquanto que a mão dele apertava o seio esquerdo.
Eu simplesmente delirava, as minhas mãos puxavam os cabelos dele para mais perto de mim, eu sabia que estava quase nua e ele ainda estava completamente vestido e sem pensar eu já estava a puxar-lhe a camisola para cima a qual ele livrou-se rapidamente mandando-a para qualquer canto do quarto.
Levei as minhas mãos em direcção ás suas calças e abri o fecho das mesmas rapidamente e ele livrou-se dela tal como vez com a camisola.
Ele voltou a subir em direcção aos meus lábios e beijou-me com desejo, a sua língua passava por toda a parte da minha boca e as suas mãos foram em direcção á única peça de roupa interior que eu tinha e logo se livrou dela, deixando-me completamente nua á sua frente, como nunca estive com outro rapaz.
Naquele momento não pensei em mais nada, eu só o queria e nada, nem ninguém, me iria impedir, eu estava tão certa da minha atitude que nem consegui corar no momento em que ele tirou a única peça de roupa que lhe restava e vi o seu enorme membro super erecto, fazendo com que eu sentisse ainda mais desejo e ficasse mais excitada.
Logo em seguida ele colocou o preservativo e veio para cima de mim, eu enrosquei as minhas pernas na sua cintura e senti o seu membro a entrar para dentro de mim, a minha primeira reacção foi gritar, aquilo ardia e doía, mas por alguma razão eu não conseguiria pedir para parar, pois logo a seguir veio cheio de prazer, cada estocada que ele dava fazia com que o meu corpo sentisse ondas de prazer nunca imaginais para mim, já me tinham dito que sexo era a melhor coisa do mundo, mas nunca pensei que conseguiria absorver tanto prazer num simples acto.
- Mais… - eu gritava entre os gemidos que estavam cada vez mais altos.
Quando senti que estava a chegar ao orgasmo apertei com mais força as minhas pernas na cintura dele e foi nesse preciso momento que senti o melhor de todos os prazeres e o dele veio logo a seguir, pois deitou-se em cima de mim.
O meu corpo ficou mole, parecia que tinha acabado de sair do ginásio, uma comparação muito estúpida, mas parecia que tinha levado uma porrada, o meu corpo não se mexia, não conseguia mexer nenhum musculo, estava completamente sem forças.
Senti-o a sair de cima e eu virei-me para o lado contrário e adormeci de tão cansada que estava, mas antes tive apenas um último pensamento: “Já não sou virgem!”.


Notas:

Roupa da Renesmee na Festa:
Renesmee - 2º Capítulo (Who Owns My Heart)
Roupa da Erin na Festa:
Erin - 2º Capítulo (Who Owns My Heart)
Roupa da Aline na Festa:
Aline - 2º Capítulo (Who Owns My Heart)


Então? Mereço comentários???? Gostaram???
Fico á espera xD
bjs

2 comentários:

  1. LINDOOOOO amei estou ansiosa pelo próximo:)

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  2. estou viciada!! as tuas fanfics são incriveis parabens
    bjs
    guidinharp

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