23/05/2010

Vida Eterna - 12º Capítulo

Aqui está mais um capítulo da minha fanfic.
Este capítulo é dedicado á Matilde.
12º Capítulo

1ª Parte - Versão da Nessie

Já estávamos a meio de Novembro e notava que estava a gostar da escola, no início pensei que fosse uma tortura e não servisse para nada, mas enganei-me.
Já tinha montes de amigos e era bom conviver com eles, mesmo tendo de lhes mentir a toda a hora.
A melhor parte do meu dia, era quando o Jacob me vinha buscar para almoçar, a Mary estava sempre a reclamar, mas ela compreendia, ela e o Daniel nunca se largam, e á hora de almoço é o único tempo que tenho que posso pensar livremente sem o meu pai me estar a chatear.
Naquela hora podia pensar livremente nos belos olhos que ele tinha, nos seus lábios grossos e saborosos que tanto desejava, podia percorrer o seu corpo com o meu olhar analisando cada traço dos seus belos músculos, que tanto me faziam suspirar.
Mas no último mês estava a acontecer alguma coisa em mim que eu não sabia explicar, parecia que os meus e as carícias não chegavam, eu queria chegar ao fundo do poço mas não conseguia, e estava a torturar-me não saber o porquê.
Eu já não ficava satisfeita apenas com os seus belos lábios, eu…eu…eu não sabia o que estava a acontecer.
Mas tentava não pensar muito nisso, eu era feliz com ele, quer dizer muito feliz, eu amava-o com todas as minhas forças, por isso só o ter era suficiente, ou não era?
Mas outra coisa estranha estava a acontecer, esta era na escola.
Tudo começou com um pequeno papel vermelho com o meu nome em cima da secretária e uma vez por semana, aparecia outra coisa: uma rosa, uma pulseira com o meu nome, um peluche, entre outras coisas que não ligava.
A Mary dizia que eu tinha um admirador secreta, mas eu simplesmente a ignorava, eu amava muito o meu Jake, e não o ia trocar por outro qualquer.
Até ao momento não sei quem é o autor dos presentes, mas também não estou muito interessada.
Os dias corriam normalmente, quase sempre o mesmo, aulas, tpc, caçar, ou seja o habitual.
Mas a normalidade estava prestes a acabar.

Cheguei á escola e estacionei no mesmo lugar de sempre e ao abrir a porta vejo a Mary a correr para mim.
- Nessie, Nessie, até que enfim que chegas-te.
- Acalma-te miúda, o que é que se passa? – perguntei-lhe vendo o aspecto de stress que ela se encontrava.
- Nessie, vem. – Ela puxou-me o braço em direcção ao pavilhão mais próximo.
- Espera Mary, o que se passa?
- Olha… - ela apontou para um enorme placar que estava no meio da porta do pavilhão. – É o Baile de Inverno. É daqui a duas semanas.
O cartaz era de cor vermelha e dizia em letras grandes: “Baile de Inverno”, por baixo estavam as indicações.
- Então? Vais ao Baile? – perguntei-lhe.
- Obvio, o Daniel já me convidou…Ai…vai ser uma noite espectacular. Tu também vens, certo?
- Não sei, mas gostava. – ela ficou toda empolgante e voltei a minha atenção novamente para o cartaz.
Lá estavam todas as indicações da festa, o local (Escola), também dizia que tinha-mos que vir vestidos a rigor e acompanhados, entre outras informações, mas foi numa com letras pequeninas que paralisei: “A Festa é exclusivamente para alunos INTERNOS.”.
- Mary, Mary. – gritei-lhe enquanto ela falava com umas raparigas. – Mary olha. – apontei-lhe para a frase.
- Ah sim, e então? – respondeu-me ela com a maior das calmas.
- E então? O Jake não anda cá na escola, logo não pode vir, achas que venho a uma festa com um qualquer sem ser ele?
- Nessie, pois é desculpa!
- Não faz mal, anda que já tocou.
Na primeira aula, a de Biologia, o professor comunicou que tínhamos que fazer um trabalho de grupo.
O grupo tinha que ser constituído por três elementos e o tema era sobre clonagem.
- Poço ficar com fosses? – perguntou o Alex e mim e á Mary logo a seguir ao professor pedir para formarmos grupos e claro que aceitámos.
O resto da aula foi a combinar alguns pormenores e soube que a Mary estava sem Internet durante este mês devido a uma avaria nas ligações e o Alex não tinha sequer computador, por isso combinados sábado de manha, em minha casa.
O resto do dia foi secante.
Todos falavam do baile, com quem iam, o que iam vestir, etc, e no segundo intervalo o Alex veio falar comigo.
- Nessie, poço te fazer uma pergunta?
- Claro.
- Já tens par para o baile? – isto é que não estava nada á espera, o Alex a pedir-me para ir ao Baile?
- Alex, eu não vou ao Baile.
- Porquê? – ele ficou surpreendido pela resposta.
- O Baile é só exclusivamente para os alunos da escola, e o meu par não é de cá da escola.
- Ah….ok, mas….não queres vir ao Baile comigo? – abaixei a cabeça e concentrei-me na pequena folha que se encontra á minha frente, o que é que ia dizer?
Que não queria ir com ele?
Ele é meu amigo, ele merece uma resposta mais construtiva do que um simples “Não”, mas felizmente tocou e disse a primeira coisa que veio á minha mente.
- Alex depois fala-mos, temos que ir para a aula. – e sai dali a correr em direcção ao pavilhão.
Desta já me safei, mas tenho a certeza que ele não ia deixar passar.
Quando fui almoçar com o Jake, estávamos apenas nós os dois, a Rachel tinha preparado uma deliciosa massa, pois pela experiencia que eu tenho do Jake na cozinha, nunca deu certo.
Pelo o que ele me disse é que o Bill foi pescar com o meu avô e o mais certo era ter ficado a almoçar com ele e a Rachel estava com o Paul.
Após o ajudar a arrumar a cozinha, sentei-me no sofá e comecei a fazer zaping com o comando.
- Não esta a dar nada de jeito. – disse para ele.
- Bora. – ele agarrou-me no braço e levantou-me.
- Para onde? – perguntei-lhe já a sair de casa.
- Vamos passear. – ele sorriu-me e dirigiu-se para a floresta, para se transformar.
- Não Jake, prefiro andar ao teu lado. Não te transformes. – ele olhou-me com um ar surpreendido, mas dirigiu-se a mim e abraçou-me.
- Como queiras amor.
Passeámos pela fantástica praia de La Push e sentamo-nos na areia.
Estava tão distraída com o som das ondas do mar, que assustei-me quando o Jake falou.
- Nessie….
- Sim. – e virei-me para ele.
- Eu amo-te. – ele sorriu.
- Também te amo. – levantei os braços aos seus cabelos e as suas mãos foram para a minha cintura para me puxar para mais perto de si, os nossos lábios tocaram-se e moveram-se uniformemente, pareciam que tinham sido feitos para estarem juntos, ao tocarem-se faziam um todo.
E aquele sensação de querer mais voltou, e voltou cada vez com mais força.
Eu queria mais, eu precisava dele.
Virei o meu corpo para cima do dele e a minha camisola subiu levemente e o toque da mão dele nas minhas costa, fez com que desse um salto e percebe-se o que realmente faltava.
Como é que sou tão burra?
Sentei-me ao seu lado e pousei a minha cabeça no seu braço e agarrou-me a mão.
A corrente eléctrica quente ainda se fazia sentir em cada toque dele.
Estava tão concentrada nos meus pensamentos que nem dei pelas horas passar, foi quando ele me puxou para irmos embora.
Ele levou-me á escola e a aula foi um desgrace.
A cabra da Betty tinha que se vir meter comigo.
- Que tristeza. – ela mandou para o ar a olhar para mim, mas eu não ia deixar passar.
- Tens algum problema querida? – perguntei-lhe com o meu ar mais sínico.
- Por acaso que falas nisso, tenho pena do rapaz que te vem buscar á hora de almoço. Não achas que ele deve ter uma coisinha melhor? – Acalma-te Renesmee, acalma-te Renesmee, repetia-a para mim milhares de vezes seguidas. – Coitado do rapaz, ter que aturar uma rapariga como tu… - foi a gota de água.
- Como assim, como eu? Ele está comigo porque me ama, sabes o que é isso? Sabes? Pois bem parecia que não sabias, por isso mete-te na tua insignificante vidinha e para de te meteres na vida dos outros. – de repente ela começou a rir feita parva.
- Por favor, achas que ele te ama? Os rapazes só querem uma coisa, e quando eles conseguem, partem para outra. – e olhou para a Mary. – A tua amiguinha é que já tem experiência nisso. – depois falo com a Mary, agora tenho este problema para resolver.
- Tu não sabes nada sobre o Jacob, e se soubesses não ias gostar, por isso, volto a repetir, mete-te na tua vida. – e ai entra a professora. – E ficamos por aqui.
Quando cheguei a casa fui directamente para a minha casa e após tomar um banho e vestir uns calções, uma t-shirt azul e uns chinelos, podemos estar em pleno Inverno, mas eu nunca tinha frio, fui para a casa dos meus avôs.
Quando cheguei já lá estava o Jake e fui-me sentar ao lado dele no sofá, mas ouvi um gritinho da minha tia Alice e ela veio na minha direcção.
- Nessie, que festa? – que sangue é que a minha tia anda a beber?
- Que festa tia?
- Isso pergunto-te eu. Acabo de ver uma rapariga a ler um cartaz a anunciar uma festa e depois grita o teu nome e acaba a visão. – boa, a minha tia viu a Mary a ler o cartaz da festa.
- Ah, viste a Mary a ler o cartaz. É o Baile de Inverno que vai haver na escola.
- Óptimo. – a minha tia começou a pular de alegria.
- Nessie que festa? – perguntou-me o Jake.
- Acalmem-se. Eu não vou ao Baile. – então a minha tia parou de saltar e fez uma cara de choque.
- Porquê?
- Simples, o Baile é só para alunos da escola e eu não vou com nenhum rapaz ao baile da minha escola.
- Mas Ness, vai…. – disse o meu namorado.
- Jake, estas a dizer para eu ir sair com outro rapaz? Não, não vou. Se pessoas de fora da escola pudessem ir, eu perguntava-te se querias ir, mas assim não.
- Nessie, é um baile, tu tens que ir. – refilou a minha tia Alice.
- Tia acabou a conversa, não vou e pronto.
Durante uns minutos ninguém nada disse e quando menos espero o Jake vira-se para mim.
- Nessie, escuta. Tu mereces te divertir. Por isso, imploro-te que faz a essa festa. Arranjar par tu consegues de certeza… - isso é verdade – e precisas de sair da rotina, sair, seres uma adolescente normal.
- Mas Jake….
- Shiu....Faz a tua tia feliz, e eu fico zangado contigo se não fores á festa.
- Jake….
- Acabou, vais á festa e pronto, ok? – baixei o olhar – olha para mim, tu vais te divertir.
- Pronto ok, mas só vou porque estas a dizer Jake. – ele sorriu e a minha tia saltou de alegria.
O resto da noite foi bem passada, conversámos sobre a minha escola, como estava a reagir e outros assuntos.
E foi quando me lembrei de um pequeno assunto.
- Mãe, pai, avôs, eu tenho um trabalho de grupo de Biologia que é para entregar para a semana, e os meus colegas de grupo não têm internet em casa, eles podem cá vir sábado de manhã? – e o primeiro a responder foi o meu avô.
- Se apenas a Esme estiver cá em casa, então pode ser, os outros têm que sair, é melhor, para não arranjarmos nenhuma confusão. – todos concordaram com o meu avô e disseram que iam aproveitar para irem caçar.
O Jake levou-me até minha casa com os meus pais atrás, ele nem entrou com o meu pai a refilar que já tivemos muito tempo juntos e que eu tinha que ir dormir e bla, bla, bla…


2ª Parte - Versão do Jacob

O que eu podia pedir mais?
Era feliz com o meu anjo, o meu amor.
Eu estava completamente apaixonado por ela, e ela, eu amo-a tanto, mas tanto, que faço sacrifícios só para estar com ela nem que seja alguns minutos.
Novamente, hoje ia buscar para almoçar em minha casa, o meu pai tinha ido pescar com o Charlie, por isso tinha a certeza que não vinha cá almoçar, só espero que o parvo do Paul não venha para cá fazer sala, ele enerva-me profundamente quando pensa que está na casa dele, não é por a minha irmã estar grávida de três meses e irem casar daqui a um mês, que ele pode estar a vontade, e então lembrei-me do dia em que anunciaram o noivado á 3 semanas.

Estavam todos os lobos e as namoradas dos lobos e os mais velhos num jantar na fogueira, quando o Paul pede a atenção de todos e eu e a Nessie começamo-nos a rir da cara dele, estava um pouco assustado e já começava a transpirar e começou com um discurso.
- Meus irmãos, a Rachel está grávida de dois meses e pouco e desejamos que o nosso filho… - a minha irmã deu-lhe um murro no braço – ou filha, seja muito feliz e que tenha uma vida saudável. Nada melhor do que isso se os seus pais estejam unidos pelo amor que sentem um pelo outro e que isso seja visto por todos. Com isto, quero dizer que pedi a Rachel em casamento, e com o consentimento do Bill, ela aceitou. – nesse momento todos começaram a felicita-lhos e a dar-lhes os parabéns e desde esse dia a minha irmã não para em casa com os preparativos do casamento.

- Jake já estás acordado? – perguntou a minha irmã do lado de fora do meu quarto.
- Sim, entra.
- Olha vou a casa do Paul para ver se é hoje que acabamos os convites, já fiz uma massa que tu gostas para ti e para a Nessie.
- Obrigada mana. Boa sorte para os convites.
- Obrigada, bem preciso.
Após a minha irmã sair, fui tomar um banho e depois fui buscar o meu amor.

Para variar, lá estava aquele rapaz sempre a olhar para ela, ele tinha sempre aquele olhar de quem a queria, o que me dava uns nervos só de saber que a minha princesa passava as manhãs todos naquela escola com montes de rapazes a olhar para ela.
Ela é linda, isso ninguém pode duvidar, e por essa razão sentia que ela naquela escola não estava protegida, sentia que algo poderia acontecer de mal.
Eu tinha esta sensação sempre que a ia buscar, mas rapidamente passava após um dos seus beijos maravilhosos que me faziam esquecer tudo e todos.
Após almoçarmos ela estava farta de estar em casa e aproveitei que estava sol, uma coisa rara em Forks, para irmos dar um passeio.
Pequei na mão dela e disse-lhe para irmos embora e ela começou logo resmungar.
- Para onde? – perguntou a minha princesa.
- Vamos passear. – respondi-lhe indo em direcção á floresta para me transformar, mas ela surpreendeu-me.
- Não Jake, prefiro andar ao teu lado. Não te transformes. – ela pediu-me e eu aceitei, tinha que concordar que andar ao lado dela abraçadinho, é muito melhor.
- Como queiras amor. – respondi-lhe abraçando-a.
Fomos em direcção á praia e sentamo-nos na areia a olhar para o mar.
O dia estava lindo, as ondas faziam um marulho único que davam um toque especial aquela praia.
A minha menina estava tão concentrada nos seus pensamentos que só desejava naquele momento ter o poder da sanguessuga do pai dela para saber no que é que ela está a pensar.
- Nessie….
- Sim. – ela respondeu virando-se para mim.
- Eu amo-te. – disse-lhe sorrindo e aproximando as nossas caras.
- Também te amo. – ela levantou os braços em direcção aos meus cabelos e eu puxei-a para mais perto de mim, e quando os nossos lábios tocaram-se senti que tínhamos sido feitos um para o outro.
Era tão fácil amar aquela rapariga, era tão simples.
Não havia segredos nem assuntos pendentes, o objectivo era amá-la e simplesmente amá-la pela sua eternidade.
Quando dei conta ela estava em cima de mim, a beijar-me com a maior paixão e desejo que teve, era estes os momentos que eu mais desejei que tivéssemos ao longo dos últimos sete anos, eu pensei sempre que ela não viesse a amar-me, e se fosse assim, eu simplesmente seria o seu melhor amigo, mas seria muito difícil, pois eu amo esta rapariga e neste momento nada, nem ninguém, nos vai conseguir separar.
Após aquele momento de paixão, lembrei-me de que ela tinha aulas e parece que foi o mesmo que ela pensou, pois ela afastou-se e encostou a sua cabeça no meu ombro.
Ficámos ali mais uns minutos e depois levantei-me e puxei-a para irmos embora.
Quando cheguei a casa após a ter levado á escola, não parava de pensar naquela sensação esquisita que sempre tinha quando a ia buscar e a ia levar.
Se lhe acontecesse alguma coisa, eu não sei o que fazia.
Eu não podia pensar que ia-lhe acontecer alguma coisa ruim, eu apenas sou parvo e tenho que parar de ser pessimista.
Eu ainda não acredito que namoro com a rapariga que amo, e isto faz com que acredite em tudo o que se passe á minha volta, até em pressentimentos estúpidos.
Já tinha passado uma hora desde que a tinha levado a Nessie á escola, por isso decidi ir já para casa dos Cullen, para já lá estar assim que ela chegue.
Transformei-me e rapidamente cheguei á enorme casa em vidro e quem me veio abrir a porta foi a minha querida amiga, e sogra, Bella.
- Olá Jake, entra.
- Ei Bells, tudo bem?
- Claro que sim. – e foi ter com o Edward que estava no piano e acenei-lhe e cumprimentei-lhe em pensamento, “Olá, podes tocar algo que não adormeçamos?”, e a única coisa coisa que recebi foi um aceno de cabeça.
- Ei cachorro, esta a começar um jogo, vem ver. – o Emmett nunca mudava.
- Olá vamp. – e sentei-me no sofá mais longo.
- Emm, vem cá a cima! – falou a loira, ao que ele levantou-se e subiu as escadas num segundo, ficando sozinho em frente á Televisão.
Passado mais de meia hora a minha princesa entra pela porta principal com uns mini calções, um top e uns chinelos e veio se sentar ao meu lado, ela era linda.
A Alice veio a correr em direcção á Nessie a perguntar-lhe que festa, ao que a Nessie explicou que ia haver uma festa na escola dela, chamada: “Baile de Inverno”, mas que ela não ia, porque a festa era só para estudantes da escola e ela não queria ir com outro rapaz, e como não podia ir comigo, não queria ir.
Mas a tia Alice tentava que ela mudasse de ideias, e no início eu também não estava a gostar daquela história do Baile, e principalmente se ela fosse com outro rapaz.
Mas eu não podia ser egoísta, eu tinha que pensar nela e pensar no que a faz feliz.
A Nessie tem que ter experiencias humanas e viver como uma adolescente normal, por tanto eu não a posso deixar que ela não vá ao baile e que se não se divirta, só porque não quero que ela vá com outro rapaz.
Eu confio nela, então ela tem que ir ao baile, ela tem que se divertir.
Não foi fácil, mas lá consegui convence-la e ela aceitou ir ao baile, o que me fez ficar feliz, pois se ela tiver feliz eu estou e ela merece.
Levei-a a casa, com a Bella e o Edward atrás de nós, mas estávamos sempre abraçados a aproveitar os últimos minutos juntos naquele dia.
Ao chegar á porta, nem consegui entrar, o Edward começou a dizer que já tivemos muito tempo juntos e que a Nessie tinha que ir dormir, então despedi-me muito rápido da minha princesa e fui para a minha casa, sonhar com o meu anjo.

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